quarta-feira, 1 de julho de 2009

UMA QUESTÃO DE SEMÂNTICA



Estava escrito lá: “O braço e a queda”. Se eu suprimir o artigo “O,” substituir a conjunção aditiva “E” e o artigo “A” pela preposição “DE” entre os dois substantivos invertidos QUEDA/ BRAÇO, dando o significado “QUEDA-DE-BRAÇO”, me vem logo à lembrança o ator Sylvester Stallone no filme Over de Top ( Falcão – Campeão dos Campeões ), onde ele interpreta o papel de um lutador dessa categoria de luta.


Mas o que gosto mesmo é da canção de Kenny Loggins, “Meet Me Half Way” (Me Encontre A Meio Caminho) que faz parte da trilha sonora do filme e fala da vida, que diz ser feita de recordações, ao mesmo tempo em que confessa acreditar no destino e tendo o futuro à sua frente, se diz voltar a todo o momento no tempo.


E tudo por conta de um amor que não esquece e acha que será o único. Na realidade a vida é feita, também, de recordações, inclusive as recordações que não nos trazem nenhuma alegria, que gostaríamos de jogar fora, e outras que nos dão imensa satisfação, enchendo o nosso peito de saudade boa e se for da pessoa que se foi, mas continua amada sempre sobra um sorriso em nossos lábios.


Só que a nossa memória é indomável, não há como dominá-la e nem tampouco desligá-la, num átomo de segundo a gente rememora toda a nossa vida com seus altos e baixos e aí por mais queda-de-braço que você tenha com ela não consegue programá-la.


O seu pensamento jorra aos borbotões, ele nos traz toda uma sobrecarga de recordações boas e más, que tanto pode te elevar aos céus como te baquear.


E assim fica dito: O BRAÇO E A QUEDA e QUEDA-DE-BRAÇO sob o meu ponto de vista, não passa de uma questão de semântica...

Um comentário:

Chica disse...

Com queda de braço ou braço em queda, o que importa é que continuemos,sempre em frente...beijos,chica