quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

FUJO DE TI

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POR NÃO ADMITIRES

O AMOR QUE PROCLAMO

O PENSAR

SEM AMARRAS

O AGIR

SEM CULPAS

ENFIM,

A LIBERDADE QUE EXIJO

FUJO DE TI

Ô MUNDO QUE NÃO TE QUERO REAL

SOU COMO O CAVALEIRO DE TRISTE FIGURA E TODOS OS

SONHOS

E SEGUINDO OS SEUS PASSOS

FAÇO DO MEU CORPO A ARMADURA

DE MINHA REDE O MEU CAVALO

DOS LIVROS A MINHA LANÇA

DA MINHA IMAGINAÇAO OS CAMINHOS À PERCORRER

E PARTO EM BUSCA DOS MOINHOS DE VENTO...



2 comentários:

Paulo de Poty disse...

Se me permitir,
Uno-me a ti nessa guerra:
também já tenho armadura, cavalo
e lança.
Seguimos por caminhos diferentes,
mas quem sabe não há uma encruzilhada em algum lugar?

Paulo de Poty disse...
Este comentário foi removido pelo autor.